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As crianças existem e estarão em casa

Permitir home office para quem pode é lindo, fechar o comércio por duas semanas e entubar o preju é investimento, fazer rodízio e fornecer máscaras pra quem PRECISA funcionar (setores de alimentação e farmácias) é o mínimo, mas o #coronavirus  é uma oportunidade para a sociedade repensar como cuidar das nossas crianças.

As crianças estão em casa.

Os pais em homeoffice não podem largar uma criança de dois anos na frente da tevê das 9h às 17h. Os pais que não podem trabalhar de casa nem sempre podem levar as crianças para o trabalho. Nem sempre há rede de apoio, e precisamos mais do que nunca preservar nossos idosos (esquece “deixar com a avó”).

Está na hora de todo mundo que “valoriza a família” valorizar também a família dos outros. É pra reduzir jornada sem prejuízo do trabalhador. É para dar licença remunerada para quem tem filhos. Não é pra exigir que as pessoas trabalhem como se não tivessem filhos.

Quando essa pandemia acabar, quem sabe empresários e donos de negócios parem de exigir que a gente finja que as crianças não existem.

“Ah, ele está com a avó”
“Eu deixo na creche das 7h às 19h”
“Ela pega o celular e fica o dia inteiro vendo desenho, tão boazinha!”

São só duas semanas em casa. Eu sou otimista. Acredito que a gente vai conseguir repensar nosso sistema de produção e trabalho considerando que crianças existem e precisam de conexão com as famílias. Que o “horário flexível” não seja só discurso, que as visitas ao pediatra sejam prioridade, que sair no meio do expediente porque o menino teve febre não precise de negociação.

E que, num caso sério como uma pandemia, os pais possam cuidar de seus filhos.

Não é gasto, empresário.

Cuidar das nossas crianças é investimento.

O que publicar nas suas redes sociais em março

Bom dia!

Eu sei, faltam 8 dias para terminar o mês, mas vem carnaval por aí – e aí, ó: piscou o olho, acabou fevereiro, e hoje já vi até ovo de páscoa sendo vendido, ó.
Então você vai tirar um dia do feriado – ou a quarta de cinzas, se as crianças estiverem em casa durante a folia de Momo – pra sentar a bunda no computador e preparar seu mês de março TO-DI-NHO.

Tá bom, não todinho. Mas o suficiente pra deixar ALGUNS posts prontos, e intercalar com outros conforme as coisas vão acontecendo.
Baixe aqui o calendário que eu mesma uso para organizar o conteúdo pra mim e para meus clientes. Não está preenchido. Mas você pode preencher como quiser. O arquivo está configurado como somente visualização. Você deve baixar para seu computador ou fazer uma cópia para seu Google Drive.

Na primeira aba, a do calendário, você vai ver que tem os dias de motivar, engajar, promover, educar, entreter, inspirar. NÃO PRECISA levar isso a sério. Até porque é claro que você terá determinados dias que vão pedir assuntos específicos. Eu incluo isso no calendário apenas para não esquecer de distribuir bem os objetivos, e não ficar com um feed educacional demais, promocional demais… mas você entendeu.

Na segunda aba, você tem a organização do conteúdo, em si.

E vamos ao planejamento de março!

  • Primeiros dias: sempre dá pra falar da volta às aulas, reclamar da volta do feriado e como quebra o ritmo, lançar o caô do “o ano só começa após o carnaval”.
  • Já deixa o post da chuva pronto. Não dá pra programar, porque a gente nunca sabe que dia que a água vai cair. Mas sempre chove. Muito. Já deixa pronto.
  • No Março Lilás, aproveitando o gancho do Dia da Mulher no dia 8 de Março, as campanhas são sobre câncer no colo do útero. 
  • 1º de março: aniversários de Frédéric Chopin, Glenn Miller, Harry Belafonte, Roger Daltrey, Jorge Aragão, Ana Hickmann, Lupita Nyong’o, Kesha, Justin Bieber e mais um monte de gente.
  • 3 de março: Dia Mundial da Vida Selvagem – https://www.un.org/en/events/wildlifeday/
  • 5 de março: Dia da música clássica
  • 8 de março: Dia Internacional da Mulher. Por favor: sem florzinha. Vamos lembrar o motivo da data, falar de igualdade, de direitos, de salários, de mercado de trabalho, de maternidade, de abuso, de machismo… é hora de ser ativista, sim. Mesmo que você opte por posicionar sua marca ou seu negócio de uma maneira mais neutra, eu sei que você vai achar um jeitinho de se posicionar. Em tempos de “meninas usam rosa e meninos usam azul”, isso é muito necessário.
  • 9 de março: Dia Mundial do DJ
  • 10 de março: Dia do Telefone
  • 11 de março: Dia da Pipoca
  • 12 de março: Dia do Bibliotecário e Dia Mundial Contra a Cibercensura
  • 14 de março: Dia Nacional da Poesia
  • 15 de março: Dia Internacional do Circo
  • 17 de março: Dia Nacional do Mel
  • 19 de março: Dia Mundial do Artesão
  • 20 de março: Dia Internacional da Felicidade
  • 21 de março: Dia Mundial da Poesia, Dia Universal do Teatro, Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, Dia Mundial da Síndrome de Down
  • 22 de março: Dia Internacional da Doula, Dia Mundial da Água
  • 26 de março: Dia do Cacau
  • 27 de março: Dia Mundial do Teatro
  • 30 de março: Hora do Planeta
  • 31 de março: Dia da Saúde e Nutrição

…e mais um monte de datas e aniversários para comemorar durante o mês.

“Mas, Lia, eu TENHO QUE POSTAR um monte de datas comemorativas?”

Claro que não!
Primeiro: você não TEM QUE nada. Segundo, se você não trabalha criando calendário, melhor mesmo você não ficar postando um monte de datas comemorativas aleatórias, pra não perder o foco com o SEU público. Se nenhuma dessas datas te atende, chega aqui e pega meu gráfico de “o que postar nas redes sociais”. Eu gosto especialmente da dica 10, “Responda a uma pergunta de um cliente”. Porque é realmente conteúdo útil. E possibilita que você responda em vídeo, o que sempre converte legal.

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No post sobre fevereiro (que algumas seletas pessoas receberam por e-mail) eu falei das minhas ferramentas preferidas de agendamento de conteúdo. Se você ainda não usa alguma, dá um confere

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Por falar em vídeo, EU SEI, EU SEI que vídeo converte. 
Eu sei que um bom vídeo pode ser desmembrado em frases, em imagens, citações, parágrafos e, assim, virar um monte de posts. 
Eu sei que preciso fazer mais vídeos.
Mas você também. He he.
Então deixa eu te dar uma dica: Segue a Carol Barros, do canal Fazedora de Vídeos.
Seu problema é destravar na frente da câmera? Ela resolve.Roteiro? Ela resolve.Seu equipamento é precário? Certeza que ela já gravou algum vídeo sobre isso.
Tem Carol no Instagram, no YouTube e no Facebook. Segue logo nos três pra não perder nada.

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O Dia Mundial da Criatividade é uma inciativa que acontece em várias cidades do país, no dia 21 de abril. Se você quiser fazer parte, as inscrições para inspiradores, voluntários e anfitriões estão abertas até o dia 15 de março. Veja se sua cidade terá algum evento e inscreva-se: https://www.worldcreativityday.com/brazil/.

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Hidrate-se

Google Arts & Culture é um site (tem app também) com conteúdo de 1200 museus e galerias do mundo todo. Além das exposições temáticas virtuais, a plataforma também oferece “visitas” pelo Google Street View. Sou fã: https://artsandculture.google.com.
E se, além de arte, você gosta de tecnologia, a seção de experimentos usando inteligência artificial e machine learning para criar novas experiências em arte é sensacional: https://experiments.withgoogle.com/collection/arts-culture.

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Beba água.

Seu inglês está afiado? Este artigo chamado “Não, eu não vou ver seu webinar ‘gratuito'” é fantástico. Primeiro, todo mundo já sabe que 80% dos ‘webinários’ fazem parte de um funil de vendas: o webinário (ou as três aulas do “minicurso gratuito”) é uma maneira de promover um produto. Quase ninguém dá conteúdo de graça sem ter um produto pra vender (bem, eu estou dando conteúdo e nem tenho produto pronto ainda). A Carol, que mencionei aí em cima, entrega MUITO conteúdo de graça desde antes de empacotar seu conhecimento em cursos presenciais. Mas isso é raríssimo. 
Bom, se seu inglês não estiver afiado, spoiler: dificilmente esses webinários ou minicursos gratuitos vão entregar conteúdo de qualidade pra você. Desses 40 minutos, uma boa parte será dedicada a autopromoção (usando o gatilho da autoridade, e também o da promoção do estilo de vida aspiracional para quem assiste), depoimentos, venda do produto, e talvez uns três slides sejam bem genéricos sobre o conteúdo que dá título ao webinar. As respostas MESMO estarão no produto.
Amiga. Amigo. Colega. Se você pensa em fazer um webinar, cobre logo pelo seu conhecimento e faça dele o seu produto. Webinar gratuito que não entrega conteúdo relevante mas que faz parte de funil de vendas é tão 2012…!

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Por fim, este vídeo do Burger King mostrando um Whopper mofando em time lapse para provar que os sanduíches da rede não têm conservantes artificiais é genial. A trilha sonora (“What a difference a day makes”, com Aretha Franklin) merece uma menção especial. 


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Espalhe. Curta. Compartilhe. Recomende. Assine a newsletter. Me mande um e-mail. Vou adorar!

Dia Mundial da Criatividade – Faça parte da revolução criativa em Niterói

“Em 2017, a ONU – Organização das Nações Unidas, reconheceu o dia 21 de abril como data oficial para celebrar a criatividade em todo o mundo. Em 2018, Lucas Foster ativou, através da ProjectHub e LabCriativo, 13 cidades brasileiras para celebrarem a criatividade através de diversas atividades acontecendo ao mesmo tempo, em todo o território nacional”.

Em 2020, Niterói entrou oficialmente neste mapa.

O Dia Mundial da Criatividade acontece nos dias 21 e 22 de abril de 2020 em 110 cidades do Brasil e do mundo. Junte-se a nós e comece a Revolução Criativa!

Inscrições abertas até o dia 20 de fevereiro:

ANFITRIÕES: Espaços dispostos a abrigar os eventos

INSPIRADORES: Inscreva sua sugestão de palestra ou atividade

VOLUNTÁRIOS: Quer ajudar? Precisamos de ajuda!

PATROCINADORES LOCAIS: Quer ajudar a viabilizar a iniciativa em nossa cidade? Vale patrocínio em $$$, lanche dos palestrantes, equipamentos de som e projeção… vamos conversar!

Inscreva-se aqui: https://www.worldcreativityday.com/brazil/niteroi/home

Para mais informações, me mande um e-mail (lia.amancio@gmail.com) ou whatsapp (21-99802-8579)!

Fevereiro já é logo ali: hora de planejar suas redes sociais!

FEVEREIRO JÁ ESTÁ AÍ e não quero ninguém chorando que perdeu a chance de produzir uns posts bacanas de carnaval – seja pra entreter os seguidores, seja pra avisar que não vai funcionar no feriado – por falta de planejamento.

Ainda que você decida suas pautas ou seus posts no melhor estilo “deixe a vida me levar, vida leva eu”, você já pode prever algumas datas importantes (além, é claro, dos seus próprios eventos).

  • 2 de fevereiro: Dia de Iemanjá, Dia da Marmota (lembra do filme “Feitiço do Tempo”?) e Dia Mundial de Tocar seu Ukulele 
  • Entre 3 e 10 de fevereiro: Volta às aulas. Qualquer que seja seu nicho, SEMPRE dá pra fazer um post de volta às aulas.
  • 3 de fevereiro: aquele triste dia em que Richie “La Bamba” Valens, Big Bopper e Buddy Holly morreram no avião (foi em 1959)
  • 4 de fevereir
  • o: Dia Mundial Contra o Câncer 
  • 9 de fevereiro: Dia do Surfe
  • 11 de fevereiro: início da Semana de Arte Moderna de 1922
  • 12 de fevereiro: Dia de Darwin
  • 15 de fevereiro: o carnaval nem começou mas já está todo mundo desidratando no bloco – aproveite para fazer umas fotos bacanas para ilustrar seus posts pré-programados de carnaval 
  • 21 de fevereiro: sexta de carnaval e meu aniversário. \o/ Meu, da Nina Simone, da Anaïs Nin e do Manifesto Comunista
  • 24 de fevereiro: dia mundial do bartender e dia nacional do RPG (o jogo, e não a reeducação postural)
  • 26 de fevereiro: quarta-feira de cinzas
  • 27 de fevereiro: dia do Poké
    mon
  • 28 de fevereiro: Dia da Fada do dente 
  • 29 de fevereiro: só acontece uma vez a cada quatro anos.

Há muitas outras datas comemorativas em fevereiro (algumas bem aleatórias, até), mas com essas aí você já consegue alimentar suas redes com certa regularidade, intercalar seus posts normais com eventos curiosos, se programar para tirar a semana para descansar ou ainda ter ideias, caso esteja sem (o que eu DU-VI-DO).

Meu fluxo pessoal de produção de conteúdo é: 

  1. Escreva a legenda
  2. Só depois encontre ou produza a imagem 

Claro: se você é fotógrafa, designer ou tem imagens muito boas que quer compartilhar, use a imagem como referência. Mas geralmente funciona bem escrever primeiro, porque escrever uns seis, sete posts de uma sentada só quando se tem os temas é muito mais fácil – depois é só correr atrás da produção das imagens. Na pior das hipóteses, um fundo com texto ou uma foto de banco de imagens resolvem.

 (se você tem um blog, eu sugeriria primeiro escrever no blog para, a partir deste post, desmembrar seus parágrafos em textos diferentes e citações para mídias sociais).

Se você não quiser trabalhar no feriadão, vale a pena deixar tudo programado com antecedência. Não ganho nada pra indicar para vocês minhas ferramentas favoritas:

  1. Buffer: até três redes sociais é gratuito. Permite agendamentos. Não agenda stories. Publica automaticamente no Instagram, mas talvez valha a pena usar o Buffer para Facebook, Linkedin e Twitter, outro app apenas para Instagram, e usar o Pinterest manualmente.
  2. Etus e MLabs: ambos são serviços pagos por preços como menos de R$ 10 mensais apenas para agendamento (em TODAS as redes sociais, incluindo stories), e cerca de R$ 25 por mês se você quiser relatórios e estatísticas de acesso. O suporte do MLabs é limitado (só vai até as 17h), o do Etus é 24h.
  3. Tailwind: publica apenas no Instagram, permite agendamentos, mas você precisa autorizar a publicação na hora, pelo celular.
  4. Planoly: permite publicação e agendamento apenas no Instagram e Stories. Oferece banco de imagens gratuitas e planejamento de gride. Facebook, somente no plano pago. Oferece app integrado de edição de stories (o Stories Edit), mas achei pesado, prefiro usar o Canva pra fazer os stories e importar para lá.

No mais, tô aqui para o que você precisar. 

Não, nem todo negócio tem que estar no Instagram. Aliás, não TEM QUE nada. Seu negócio, suas regras.

Minha dentista é maravilhosa. Patrícia é o nome dela. Atende aqui em Niterói.

Outro dia eu estava com a boca toda torta de anestesia durante um tratamento de canal, e ela me contava de uma pessoa “de marketing” que sugeriu que ela contratasse um pacote com redes sociais e o cadastro num desses diretórios online de consultórios de saúde.

– Lia, eu fiquei tão na dúvida… você acha que eu devia fazer?

– Fatrifia, fofê mefma me dif que fua agenda eftá lotada e que fofê não confegue nem firar um cofhilo. Fe não é fra afrair nofof clienshef, fra quê infeshif fhemfo e finheiro nifo?

(eu parecia o Dinofauro falando)

– É, faz sentido.

– Como of clienshef fhegam ao confulfóio?

– Por indicação. Eu nem acho legal vir gente desconhecida aqui, todo mundo é amigo ou parente de alguém que já veio.

– Enfão fofê shá fave a refpofta…!

Na semana seguinte, sem anestesia (consequentemente sem o risco de morder a língua), até comentei que se ela quisesse muito investir em marketing agora pra se prevenir de baixo movimento no futuro, pode começar apenas com um relacionamento com os clientes já existentes: pedir para a secretária incluir os contatos em uma planilha, datas de aniversário, última consulta e o tratamento que veio fazer, e criar uma rotina de felicitações por datas importantes e lembretes de revisão.

Mas perder tempo criando conteúdo para redes sociais? Ou gastar dinheiro pra investir nisso, com alguém que ela nem sabia se criaria conteúdo persuasivo o suficiente para converter? E, se converter, trazer clientes novos e aumentar ainda mais a demanda?

Nem sempre vale a pena.

Foca no que importa:

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Rede social, colega, é pra se conectar em rede e ter comportamento social.

Parece óbvio, mas cansei de ver gente dizendo que “tenho LinkedIn mas nunca arrumei trampo por lá” (ou a variação “tenho página no LinkedIn mas pouquíssima gente curte”), mas também nunca compartilhou nada relevante para sua rede de contatos, não interage com sua rede, não compartilha os próprios posts da sua própria empresa (clássico!), não dá um parabéns quando vê que o colega está num trabalho novo numa empresa maneira.

Aí fica difícil, colega.

Difícil, inclusive, pra mim, que tenho que explicar o óbvio: que “rede social é pra se conectar em rede e ter comportamento social”.

Mas seguimos na luta.

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E se não for pra se conectar em rede e ser social, nem perca seu tempo, nem pague alguém pra “fazer um post no Instagram a cada 15 dias porque a verba é pouca”.

Com o dinheiro que você pagaria um profissional pra fazer só isso, se você estiver no Rio ou em Niterói, você manda alguém da equipe no workshop que vou dar no Cria Coworking no dia 26 de outubro.

Será uma imersão de dia inteiro de Marketing e Produção de Conteúdo (com pausa para almoço), mas dá pra escolher a la carte – Fundamentos de Marketing pela manhã, intensivo em Produção de Conteúdo à tarde.

Porque depois de quase 20 anos produzindo conteúdo para os mais variados segmentos e mídias, acho que está mais do que na hora de dividir o que sei com vocês.

Mas vou continuar publicando conteúdo pra você por aqui, mesmo que você não possa vir. Porque é isso: conhecimento a gente compartilha.

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Essa semana teve um dia que fiquei até umas 2h da manhã tentando conter uma invasão de bots no meu site e minha filha de dois anos acordou querendo brincar. MAMAIN JOGA BOLA COMIGO, MAMAIN. E eu com ela num braço e usando a outra mão pra digitar pro cara do suporte do provedor, e caindo de sono, e MAMAIN JOGA BOLA COMIGO, MAMAIN.

Joguei um pouco de bola. Contive a invasão. Bebi 3 litros e meio de água no dia seguinte pra ver se minha disposição melhorava.

Tem horas que a gente simplesmente entrega pros deuses e confia que vai dar tudo certo.

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Bom, você já sabe como criar conteúdo para vários dias a partir de uma única peça de texto ou vídeo. Já sabe que pode deixar tudo programado em gerenciadores de conteúdo, como o Buffer, Planoly, Hootsuite, Tailwind ou até mesmo com recursos nativos (como o do Facebook).

Mas talvez você ainda não tenha feito o básico do básico, que é botar no papel (ou botar numa planilha, ou num documento, numa apresentação, o que quer que seja) quais são seus objetivos.

Você quer divulgar seu trabalho? Mas por que você quer divulgar seu trabalho? Porque você quer vender, certo? Você precisa se posicionar de forma diferente no mercado pra poder aumentar seus preços? Você quer público pagante para um evento ou projeto? Do que você precisa?

A partir daí, você precisa de uma estratégia. Eu já te disse que você não tem como falar com todo mundo, então vamos lá: ONDE seu público está? Como chegar nessas pessoas? Que tom e que voz usar para falar com essas pessoas? Que assuntos abordar? Em que formatos? Qual a periodicidade?
Lembre-se que redes sociais são LINDAS (mentira, tem vezes que só dá chorume rs), mas que ninguém vai esbarrar no seu conteúdo tipo “OPS ACHEI ISSO AQUI” se você não tiver uma estratégia:

  • Vale usar hashtags relevantes
  • Vale pagar pra impulsionar posts que realmente digam alguma coisa para sua audiência em potencial e deem vontade de visitar seu perfil e ser sua amiga pra sempre
  • Vale estratégia com influenciador MAS VÊ LÁ se não vai pegar influenciador nada a ver (tipo, grandes bosta ter 100 mil seguidores se quase nenhum é da sua cidade e seu produto ou serviço é apenas local)
  • Vale criar memes que falem diretamente sobre as dores do seu público-alvo
  • Vale fazer um monte de meme bosta, mas se acertar UM já valeu todo o esforço
  • Vale sair da internet e ir para a rua, para feiras, para eventos, botar a cara no sol, dar amostras do seu trabalho (até onde não tomar demais seu tempo remunerado), mas sempre com cartão de visitas e aquele material bacana pra chamar as pessoas para os seus canais
  • Vale inclusive pedir ajuda (“curtam, compartilhem, repassem”), porque pedir é uma arte.

O que não vale é sair fazendo qualquer m****.

Tenha uma estratégia de conteúdo baseada nos seus objetivos de marketing e no comportamento do seu público-alvo.

Não precisa ser nada muito complexo, não. E pode, inclusive, sofrer adaptações ao longo do tempo.

Mas precisa ser algo que você realmente use como referência na hora de produzir conteúdo.

E a gente vai falar mais sobre isso em breve. 😉

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E aí? Você está gostando desses e-mails? Posso melhorar? Como? Sobre o que você quer saber?