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O que postar nas redes sociais?

Se você gerencia as redes sociais da sua empresa ou se você se preocupa com seus rastros digitais e está tentando construir a sua marca, pode ser que você tenha algum bloqueio criativo de vez em quando. Quem nunca, não é mesmo?

Compilei aqui nesta imagem (clique para vê-la em tamanho decente para dar leitura) várias ideias de posts, para que você nunca fique sem conteúdo:

37 ideias de conteúdo para suas redes sociais + umas dicas

37 ideias de conteúdo para suas redes sociais + umas dicas.

 

Não se esqueça: redes sociais são SOCIAIS, ou seja, pressupõem diálogo e troca de informações! De nada adianta esse trabalho todo se você não interagir com sua audiência, seus fãs e seguidores.

 

Precisa de conteúdo para seus canais de comunicação ou materiais de treinamento? Entre em contato!

 

 

Posted by admin in Blog, Marketing
Quem fica parado é poste

Quem fica parado é poste

Se você é freelancer, consultor independente, microempresário, está começando ou está em busca de recolocação… então você sabe que são enormes as chances de só contratarem seus serviços depois do carnaval. Quem fica parado é poste: se você não teve tempo de planejar suas férias pois está no início do seu empreendimento, aproveite estes próximos dias para fazer muitos contatos e algum bom curso de atualização na sua área.

Por aqui, estou trabalhando na certificação em inbound marketing. Como já falei, quem fica parado é poste. E você? O que tem feito pela sua carreira?

Onde aprender de graça (eventualmente tendo que pagar pelo certificado):

  • http://www.open.edu/openlearn/free-courses
  • https://www.edx.org/
  • https://www.futurelearn.com/
  • https://www.coursera.org/
Posted by admin in Blog
[curadoria] Cultural Intelligence: The Must-have Skill for Any Modern Leader – Learnlight Insights

[curadoria] Cultural Intelligence: The Must-have Skill for Any Modern Leader – Learnlight Insights

Inteligência cultural também é (ou deveria ser) competência de bons líderes. Ou, como alternativa, a criação de um departamento de cultura, capitaneado por um chief culture officer, com capacidade para lidar com colaboradores e clientes, antever tendências e resolver problemas, e colaborar com o marketing e com o RH. 

https://insights.learnlight.com/en/articles/cultural-intelligence-must-skill-modern-leader/?utm_content=65391575&utm_medium=social&utm_source=linkedin

Posted by admin in Blog, Curadoria
Novas guidelines para o feed de notícias do Facebook 

Novas guidelines para o feed de notícias do Facebook 

O Facebook está na sua estratégia de comunicação e marketing? Conheça as novas guidelines para o feed de notícias e entenda o que fazer (ou não) para se tornar relevante (segundo os critérios da ferramenta.

https://www.facebook.com/help/publisher/?refid=52&__tn__=%2As-R

Posted by admin in Blog
Dicas de marketing: mailing qualificado

Dicas de marketing: mailing qualificado

Mais vale um mailing com 70 pessoas que realmente se importam com as informações que você envia, do que 8 mil endereços que nem se dão ao trabalho de abrir seu e-mail.

E pior: destes 8 mil, quantos são válidos? Quantos já te denunciaram como spam há muito tempo? Quantos estão ativos?

Fazer sua lista crescer é lindo.

Fazer sua lista crescer sem opt-in, adicionando qualquer um, usando táticas questionáveis e aproveitando mailing alheio é um tiro no pé. Servidores de e-mail marketing têm reputação medida pela quantidade de emails inválidos enviados, pela quantidade de bounces na entrega da mensagem (e podem cair em blacklists), assim como seu endereço ou sua conta.

Precisa conversar sobre isso? Dá um toque. Sou toda ouvidos.

Posted by admin in Blog, Marketing
Sobre aquele e-mail enviado às 22h

Sobre aquele e-mail enviado às 22h

Cara, eu queria te falar sobre aquele e-mail enviado às 20h. De uma sexta-feira.

Sobre aquela mensagem de trabalho super urgente no fim de semana.

Sabe, eu consigo VER o brilho nos olhos das pessoas quando digo que tenho minha própria empresa e, por isso, meus horários são mais ou menos flexíveis e eu posso ir ao médico quando bem entendo, ou posso trabalhar de um café em vez de ficar no home office. “Puxa, um dia eu chego lá”, “Nossa, deve ser muito legal não ter chefe!”

Desculpa ter que te dizer isso, mas cada cliente que paga pelo seu trabalho é um pouco seu chefe, sim. Se você tem três clientes, você terá três pessoas pedindo resultados. Se você não tem um cliente de contrato assinado, mas você tem um público que assina seus serviços e consome publicidade no seu site, este público é meio seu chefe, sim.

Mas quem decide os termos do seu trabalho é você – e se o cliente não concorda, ou vocês ajustam, ou o contrato de trabalho não é assinado. Porque seu cliente não paga suas horas extras e nem seu plano de saúde – e se você não trabalha de carteira assinada, você não tem licença remunerada se tiver algum problema de saúde. Se tiver tendinite por digitar demais, ou problemas de pressão por excesso de trabalho, ou entupir as artérias por comer comida congelada em meia hora pra voltar para o computador, ou sua gastrite piorar porque você não janta, o problema é todo seu – e parar de trabalhar, quando você é freela, não é uma opção. Você não sabe quanto tempo sua licença vai durar. A menos que você tenha um emprego full-time e o seu negócio seja um negócio paralelo que precisa que você trabalhe nas suas outras horas de trabalho, você não recebe hora extra.

Então você não tem que trabalhar mais do que o que você aguenta.

Se o cliente sempre manda mensagens após um certo horário, você pode e deve estabelecer outra rotina, e até mesmo adaptar seus horários – começar mais tarde, por exemplo.

Mas se você está trabalhando desde as 8h da manhã, você pode aprender a dizer “não”. Pode deixar coisas para o dia seguinte, sim. E se elas forem inadiáveis (por exemplo, você realmente ficou de mandar aquele arquivo hoje, e já está atrasado) aprenda a dizer “não” para outros projetos, pra não deixar as coisas para última hora.

Mensagem de trabalho que chega depois das 20h

 

Nada é tão urgente que mereça que você sacrifique sua saúde – ou sua família.

Aqui no escritório, eu produzo melhor em horário comercial. Marido sai para o trabalho e eu também “saio para o trabalho”, que normalmente começa às 8h30 da manhã. Supondo que eu tire uma hora de almoço (e quem controla minhas horas sou EU, e quem sabe a que horas vou compensar essas horas sou EU, porque já sou adulta e se você não deposita FGTS nem me dá ticket refeição você não tem nada que controlar minhas horas de trabalho – apenas espere que eu te entregue até mais do que você pediu, dentro do prazo acordado), faça as contas sobre que horas é decente parar de trabalhar.

Pois é.

E quando eu preciso trocar os turnos (fui ao médico, passei duas horas na espera, fui visitar minha madrinha em outra cidade ou quis fazer feira mesmo), eu vou te mandar e-mails à noite, sábado, domingo ou quando for. Mas eu sei que você tem uma família também. Cliente também trabalha o dia inteiro e precisa descansar.

Você pode até mandar mensagens à noite em plena sexta-feira, porque você tirou o dia para outras coisas e só conseguiu trabalhar à noite. Mas não espere resposta urgente. Não espere resposta urgente.

Pega leve.

Se você não é CLT, as regras do SEU trabalho quem faz é você.

 

Posted by admin in Blog
Seu cliente / visitante sabe quem você é? Sua página “Sobre”

Seu cliente / visitante sabe quem você é? Sua página “Sobre”

Lounge42te ajuda

Você tem uma página “Sobre” ou “Quem somos” no seu site?

Esta é, talvez, uma das páginas mais importantes do seu site. O visitante precisa saber do que se trata a empresa e quem são as PESSOAS, assim mesmo, em caps lock, por trás dela. E ainda que seja um site pessoal, o visitante deve saber quem é você. A história daquele negócio, a história de quem faz aquele negócio acontecer.

Isso se chama transparência. Isso se chama sinceridade. Isso gera confiança, pois o visitante sabe com quem está falando, e identificação, pois é uma chance de conhecer você, sua empresa, sua história.

Bem, por falar em sinceridade, não finja ser o que você não é. Evite uma página “sobre” engraçadinha para um site corporativo de uma empresa com vários funcionários, pois nem todos são piadistas como você. Da mesma maneira, não precisa ser excessivamente formal se este é o SEU negócio, que tem a SUA cara. Escreva como se estivesse contando para alguém o que você faz.

E eu sei, você acha que o que importa no seu site é o conteúdo. Você está certo. Só que uma página fixa também é conteúdo, e muita gente, mas muita gente MESMO, entra ali para saber quem é você e o que você andou fazendo da vida, para saber o quanto você é gabaritado pra fazer aquilo. Acredite.

* * *

Minha sugestão pra você, se você não tiver capital (ainda) para contratar um redator profissional para escrever o seu “sobre”, um que saiba contar uma boa história e que entenda de narrativas para fazer um texto interessante, é entrar nos sites “que você gostaria de ser”. Aquele site daquele escritório super conhecido com o perfil mais ou menos parecido com o seu (pelo menos uns três, tá?), aquele portal de notícias que é seu aspiracional, aquele site daquele cara que está começando a fazer um sucessinho. Ache o “sobre” ou o “quem somos” deles. Se eles não tiverem, pode acreditar que já tiveram um dia.

E escreva. Mas, olha: entregue toda a informação necessária MAS seja sucinto e objetivo. Ninguém vai ler um “sobre” de uma lauda inteira (entendeu por que eu falei lá em cima em contratar um redator?). Você pode E DEVE linkar para seu lattes, seu Linkedin, para uma apresentação no slideshare ou um vídeo bacana (mas por questões de indexação em mecanismos de busca, recomendo não abrir mão do bom e velho texto).

* * *

A internet é sobre pessoas. Pessoas visitam. Pessoas fazem sites. Pessoas fazem negócios. Pessoas têm história. Pense nisso quando escrever sua biografia.

* * *

Por outro lado, pense também que seu site é um negócio (ou tem potencial para ser). Sem mentir, porque é desonesto e porque mentira (especialmente na internet) tem pernas curtíssimas, venda seu peixe. Diga o que você realizou de importante, fale de como você é realmente apaixonado por seu negócio, conte sobre sua empresa, torne seu serviço atraente. O uso de imagens, linhas do tempo e até vídeos de apresentação incorporados é permitido. Links para mídias sociais também.

* * *

Sua página “sobre” precisa ser acessível. Coloque no menu superior, no menu lateral ou na barra de rodapé – mas coloque.

* * *

Sua equipe pode e deve entrar no “Sobre”, depois dos seus dois parágrafos sobre a empresa, com uma mini (mini mesmo) biografia de cada um. Todos os colaboradores, apenas se você tiver um bom designer de interface para dar uma solução melhor do que uma barra de rolagem enorme, onde ninguém vai até o final. Pelo menos os donos, os sócios, os responsáveis por aquilo ali, ele tem que saber.

* * *

Seu site já tem uma seção “Sobre”, ok. Há quanto tempo você não revisa essa página? Há quanto tempo você não atualiza aquele texto, não alinha as missões da empresa, não atualiza seu currículo?

Reveja seu “Sobre”. Compare outras páginas “Sobre” com a sua. Conte a sua história na sua página “Sobre”.

E se precisar de consultoria ou de uma mãozinha na redação, me chame. Sou especialista em comunicação, acho que posso te ajudar. 🙂

(e se você não tem um site ainda, FAÇA UM. Agora. No WordPress. Não use apenas Facebook. Não, por favor, não. Faça um site onde você possa fazer backups, compartilhar o mesmo conteúdo em diversas redes e usar como cartão de visitas. Faça. Apenas. Faça.)

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Sobre inovação, mudanças e autenticidade – sobre David Bowie

Sobre inovação, mudanças e autenticidade – sobre David Bowie

Morreu David Bowie. E talvez os amigos de vocês sejam como os meus, que encheram suas redes sociais de homenagens a um dos maiores artistas pop do século XX – e que trouxe o século XXI ao século XX mais de uma vez. E se seus amigos não ligaram muito – nem você -, eu explico. Se ligaram, e se você também foi um dos que homenagearam o homem das estrelas que caiu na Terra, fica aqui mais um pouquinho. E me abraça. 🙂
Para além de suas canções, David Bowie foi uma inspiração nos quesitos INOVAÇÃO e AUTENTICIDADE em negócios, sim. Porque a música no século XX, gente, é um negócio. É arte, e a dele era MUITO arte, mas não dá para negar: música é negócio. Na dúvida, leia este artigo da Superinteressante, sobre como o próprio Bowie levantou US$ 80 milhões negociando músicas no mercado financeiro. Vamos combinar que arte é negócio também?
Bowie desafiou convenções de tempo, espaço e gênero, cantando sobre astronautas nos anos 1960, criando personagens, se vestindo em technicolor quando a TV acabava de ficar colorida e se reinventando a cada disco – não apenas seguindo tendências, mas FAZENDO a tendência. Ajudou a derrubar o muro de Berlim, fez literatura cyberpunk (e transformou em disco e em artes plásticas), lançou single pela internet e fez streaming de show em plena era de internet discada, e criou seu próprio provedor de internet para poder distribuir conteúdo sem restrições para seus fãs. PARA PODER DISTRIBUIR CONTEÚDO. ONLINE. SEM RESTRIÇÕES. PARA SEUS FÃS. E até dois dias antes de morrer, estava ali, lançando disco. Como se não bastasse, sabia que ia morrer e fez o que? Fez arte.
Primeiro, deixou este vídeo, praticamente um curta-metragem:
Something happened on the day he died
Spirit rose a metre then stepped aside
Somebody else took his place, and bravely cried.
 Depois transferiu sua “alma” para outro corpo – o musical “Lazarus”, onde Bowie é substituído pelo ator Michael C. Hall, é, segundo a Rolling Stone, “uma reflexão de duas horas sobre luto e esperança perdida”. E numa performance para TV de divulgação do musical, o que ele faz? Faz este texto, dando a entender que David Bowie vive, agora, em outro corpo. E quem executa é Michael C. Hall.
Na sequência, Bowie nos presenteia com esta pérola:
E parte de volta para as estrelas.
A lição que fica pra gente, além de não ter medo de inovar, é a de ser você mesmo. Sim, você pode criar personagens, mas você vai continuar sendo David Bowie. Porque assumir personas é necessário na vida. Você pode ser artista plástico, músico, escritor, chef de cozinha, e vai ter que ser homem ou mulher de negócios – porque este é o seu negócio, não é? Você pode ser ícone queer, drag queen, dançarina burlesca, e pode ser pai e mãe de família com um casamento sólido, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra e o que você faz no palco é uma coisa e em casa é outra. Você pode ser o que você quiser e se sentir confortável com isso e fazer disso uma carreira. Você pode explorar suas multipotencialidades combinadas, e ainda fazer disso um negócio.
“Ah, mas ele era David Bowie”. Olha, por sua biografia, seus pais eram pessoas bem normais – filho de uma garçonete e de um promotor de vendas, viveu num subúrbio de Londres, mas estudou arte. E levou a sério seus estudos. E começou a fazer o que gostava antes mesmo de começar a estudar formalmente. E levou a sério, e transformou em carreira. E ele colou em quem podia ensinar algo, absorveu com disciplina e virou David Bowie.
Eu posso. Você pode.
Nos podemos ser como David Bowie: nós podemos ser nós mesmos. Nem que seja por um dia.
E bora abraçar mudanças:

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Curadoria: Sobre multipotencialidade

Curadoria: Sobre multipotencialidade

O texto que reproduzo abaixo é de autoria da Paula Abreu e está disponível em seu site. Visitem.

 

Multipotencialidade ou A Alma Renascentista – parte I

Se…

– Você já pulou de interesse em interesse ao longo da vida, se sente curioso sobre novas coisas, quer sempre aprender algo novo

– se tornou expert em uma ou mais coisas mas se entediou depois de algum tempo

– outras pessoas te vêem como alguém que nunca termina nada

– muita gente não vê a conexão entre os seus interesses (às vezes nem mesmo você vê essa conexão, só meses ou anos depois)

Parabéns, você é um multipotencial!

Na definição da wikipedia, a Multipotencialidade é um termo educacional e psicológico que se refere a um padrão encontrado entre indivíduos com um dom intelectual. Os multipotenciais geralmente têm interesses diversos em várias áreas do saber e podem ser bem sucedidos em vários negócios ou profissões.

Uma das primeiras pessoas a escrever sobre a multipotencialidade foi a autora Barbara Sher em seu livro Refuse to Choose (em uma tradução livre, “Se Recuse a Escolher”, ainda não publicado no Brasil).

A autora criou um nome para as pessoas que vivem com a multipotencialidade: scanners, e depois dela outros autores criaram termos como multipods – que eu traduzi para multipotenciais – ourenaissance souls: almas renascentistas.

Na primeira vez em que li sobre a multipotencialidade, meu coração se aqueceu: finalmente eu tinha encontrado a minha turma! Do piano à física quântica, passando pelo crochê e pela corrida, eu tinha passado a vida inteira me interessando por diferentes assuntos e ouvindo as críticas alheias (“você nunca termina nada”, “você precisa se especializar em uma coisa só”, etc.)

Uma das coisas mais difíceis para o multipotencial é a famigerada pergunta: “o que você quer ser quando crescer?”, porque o multipotencial não quer ser uma, mas sim milhares de coisas. E, depois, mudar totalmente de ideia e ir descobrir ou estudar algo novo. Sempre.

Lado bom 

Todo multipotencial adora aprender, explorar e dominar novas habilidades. São curiosos, interessados e conseguem enxergar potencial onde muita gente só vê informação inútil. Também temos um talento para juntar esses nossos vários interesses de forma criativa e fazer nascer novos trabalhos, novas empreitadas, novos empreendimentos.

(eu adoro quando um jornalista fica com cara de intrigado tentando entender se eu sou escritora, coach, estrategista digital, marketeira, lifestyle designer ou o quê…isso que ele nem imagina que eu também sou mil outras coisas, desde costureira a decoradora – formada! – passando por ilustradora e taróloga, o que deve significar no mínimo que de fome eu nunca vou morrer…).

Quando descobri que os multipotenciais eram grandes inovadores e resolvedores de problema, tive certeza de que estava finalmente na minha tribo.

A forma como os multipotenciais lidam com os interesses novos que surgem também é um ponto comum: eles ficam curiosos sobre o novo assunto e saem à caça de todo tipo de informação disponível (por exemplo, aposto que todo multipotencial lendo esse texto agora vai pesquisar o assunto a fundo…). Esse modus operandi gera uma outra vantagem dos multipotenciais: eles aprendem novas habilidades rápido.

Lado mau

Um dos aspectos da multipotencialidade que mais preocupa os multipotenciais é que, apesar de todos esses interesses, há uma tendência a ficarem entediados uma vez que já tenham conseguido dominar certo assunto.

Além disso, para um multipotencial, “terminar” é algo bastante diferente do que para o resto da sociedade. Nós temos vontade de aprender algo novo apenas até determinado ponto – dependendo do que pretendemos fazer com aquele conhecimento – e raramente temos vontade de nos tornarmos experts – pelo contrário, estamos mais interessados em pular para o próximo objeto de aprendizado.

Ou seja, somos incompreendidos, porque aos olhos da sociedade nós somos o tipo de pessoa que “não termina nada” mas, para nós, chegamos ao fim do que nos propusemos a aprender.

Você não está só

Alguns multipotenciais famosos e importantes:

  • Leonardo Di Vinci
  • Thomas Jefferson
  • Benjamin Franklin
  • René Descartes
  • Isaac Newton
  • Aristóteles
  • Oprah Winfrey
  • Steve Jobs
  • Tim Ferris

Mas mesmo com todos esses representantes ilustres dos multipotenciais,por que a sociedade não aceita bem a multipotencialidade?

Com a Revolução Industrial, uma nova forma de trabalho foi criada. Com ela, surgiu a necessidade de que as pessoas se especializassem cada vez mais em uma função cada vez mais específica – lembrem da clássica cena do Chaplin apertando parafusos incessantemente no filme Tempos Modernos.

Tempos atuais e as vantagens de ser um multipotencial

Para nossa felicidade, não estamos mais nos “tempos modernos” do Chaplin e da Revolução Industrial. Pelo contrário, agora estamos nos tempos da Internet, da informação farta, disponível com facilidade e ao alcance de qualquer pessoa.

Se você quer, por exemplo, ter um blog “de sucesso”, não vai adiantar você ser só um grande escritor. Você precisa entender um pouco de design, de programação, precisa saber mexer em ferramentas como o wordpress, saber o que é o google analytics, entender o que é SEO e ter uma boa noção de marketing digital, dentre muitas outras coisas.

O grande desafio do multipotencial e caminhos alternativos

Para poder trabalhar nas suas paixões, o multipotencial precisa construir uma vida que integre esses diferentes talentos e interesses.

O lifestyle design – desenhar a sua vida em torno do seu trabalho e não o contrário – e o empreendedorismo são áreas em que o multipotencial costuma se dar bem, conseguindo se libertar de um sistema que não reconhece os seus dons e dá preferência ao expert.

Acredite quando eu digo, a expertise é supervalorizada: você provavelmente sabe o suficiente sobre seus interesses para começar imediatamente a ganhar dinheiro com eles.

Então, mãos à obra!

 

— Paula Abreu

Posted by admin in Blog, Curadoria