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Seja generoso e veja suas vendas aumentarem!

Eu poderia falar um monte sobre energias, sobre retribuição do universo e sobre lei da atração enquanto tomo um café quântico e medito para alinhar o meu mindset com a abundância divina, mas a real é que estou falando de marketing mesmo: parcerias estratégicas, produtos ‘freemium’, marketing de conteúdo e marketing social. Me acompanha:

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Se há um consenso em qualquer mercado é o de que não cobrar – ou cobrar baixo demais – por um serviço especializado ou produto, além de gerar desconfiança (“como aquilo foi produzido? Como pode uma mão de obra especializada ou uma matéria prima de qualidade gerar um produto ou serviço tão barato?”), puxa os valores daquele mercado para baixo.

E, cara, às vezes não tem como competir com o preço cobrado pelo sobrinho que “mexe com mídias sociais” ou pela filha da sua amiga “que acabou de se formar e está fazendo [insira aqui o que você precisa] de graça para construir portfólio”. Ou ainda com os pequenos produtores de produtos físicos que não precisam pagar contas, fazem como hobby e, por isso, também vendem produtos praticamente a preço de custo – e você lá, embutindo as suas horas no valor para poder pagar suas contas, porque afinal o seu tempo precisa ser remunerado também e a escolinha do seu filho não se paga sozinha.

Então, sim, cobrar um valor digno por um produto ou serviço é fundamental.

Se seu público-alvo não puder pagar, das duas uma:

  1. Não é o seu público-alvo. Se o cliente busca apenas o preço e não enxerga o valor do seu trabalho, não perca seu tempo com ele, colega. Ele não é seu. Deixe-o ir e foque em quem importa. Eu, por exemplo, sei que meu serviço vale o preço que cobro, porque tenho know-how, especialização e uno experiência de mercado com disposição para me atualizar, mas às vezes você só quer preço baixo. O resultado é um site que você não consegue editar, uma campanha que não converte, uns textos que ninguém lê. Acontece.
  2. Ou então você precisa adequar a sua forma de produção *e* precificação para atender às necessidades daquelas pessoas cujo problema você pretende resolver, sem que isso represente a sua falência (porque não sabe cobrar por seu produto ou serviço) e nem a do seu cliente, que não pode ser ajudado pelo seu trabalho porque não conseguiu pagar. A mensalidade da escolinha é importante, mas você pode pensar num pacote acessível de serviços com uma remuneração justa para o tempo que você investiu – e que caiba no bolso do cliente; pode pensar em permutas ou em parcelamento. Se seu trabalho for bom mesmo, o cliente vai ver retorno.

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Por “adequar sua forma de produção”, quero dizer que entre outras maneiras de otimizar o seu trabalho e produtividade (um dia falo mais sobre isso aqui), você também pode ser generoso, abrir mão de ser fominha de trabalho e mandar jobs pra galera.

Um exemplo prático: eu que fiz meus sites. Poderia fazer um site para você? Poderia. Poderia oferecer construção de websites na minha lista de serviços prestados? Poderia. Preciso pagar minhas contas? Preciso. Mas não sou programadora, existe um nível de customização que não dou conta de fazer – e, sinceramente, não tenho a cara de pau de te oferecer um site naquela plataforma de construção de sites “super intuitiva” que não vai te atender 100% (você talvez ache lindo, mas eu SEI que não vai te atender 100%, porque uma das minhas especialidades é planejamento, e eu sei que tem funcionalidade que essas plataformas não comportam e você vai precisar de um programador para executar).

Minha maneira de otimizar minha produção é me associar a alguém que vá fazer seu site com um pé nas costas, investindo muito menos tempo – e fazendo muito melhor. Mesma coisa com projetos gráficos complexos ou com campanhas de Adwords. Como você confia em mim e não conhece meus parceiros, eu te entrego o planejamento e monitoro toda a execução do projeto de perto. Mas não executo.

Porque eu posso até fazer, como fiz meu site pessoal e o site profissional. Mas vou demorar. Vou apanhar de códigos. Dependendo do template, vou apanhar para adicionar um widget de busca ou redimensionar seu logotipo. Vou gastar um tempão fazendo. E vou ter que cobrar por esse tempo, porque a mensalidade da escolinha da minha filha não se paga sozinha. Vai sair caro e meia-boca. Passar o trabalho adiante é bom para todos nós:

  • Pro cliente, que vai ter alguém especializado executando o serviço da maneira como planejamos, mais rápido e mais barato;
  • Pra mim, que não vou perder tempo demais com tarefas que não sei desempenhar com muita facilidade, e posso focar em trabalhar objetivamente em projetos mais adequados;
  • Pro desenvolvedor/designer/analista de adwords parceiro, porque eu mandei jobs.

Todos ganhamos. A economia do futuro é colaborativa. Yeah!

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Tem coisa que a gente dá de graça (opa!).

Eu compartilho conhecimento de graça. Porque gosto, porque acho que informação e conhecimento precisam circular. Se cobro, cobro pelo meu tempo investido organizando esse monte de conhecimento acumulado ou passando esse conhecimento para você. Se eu não precisar ir até onde você está, inclusive, posso cobrar até mais barato. Dependendo da situação, nem cobro. 

Também tem coisa que parece de graça porque você não tem que pagar por isso, mas eu estou ganhando. Por exemplo, quando você se cadastra para receber meu e-book gratuito sobre como elaborar um projeto, ou quando baixa (sem cadastro algum) um material que elaborei com ideias do que postar em suas redes sociais. Eu ganho mais um endereço no mailing, eu ganho mais gente compartilhando o nome da minha empresa, eu ganho mais gente compartilhando meu trabalho.


Foto por Simon Maage no Unsplash

Claro que não posso entregar toda a minha produção de graça. Porque o condomínio e o IPTU são que nem a escolinha da minha filha e também não se pagam só com reputação. Mas mesmo um texto como este que você está lendo pode ser bom nós dois ao mesmo tempo – você vai ler, gostar, dividir com seus contatos (vai ser bom para eles) e assim nós mantemos a chama da economia do compartilhamento acesa.

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O que você pode dar (opa!) de graça sem ir à falência? Eu sugeriria algo digital – a menos que a logística de produção e distribuição de brindes e amostras grátis seja fácil para você. Um e-book, uma versão com menos funcionalidades de um software, um mini-curso gratuito, um molde (se o seu negócio tem a ver com moda ou artesanato)… são muitas opções, e que podem fugir do lugar comum. Qualquer coisa, me chama pra pensar contigo. Sou boa nisso.

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Mas não chama aquela série de três vídeos que levam a um curso de R$ 4 mil de “mini-curso gratuito” não, que isso não engana ninguém. Chama logo de “fórmula de lançamento do Jeff Walker”. É mais honesto.

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Dar conteúdo de graça, aliás, é marketing.

Você tem um negócio. Você precisa comunicar seu produto ou serviço para quem se beneficiará dele. Entregar conteúdo relevante para este público é uma maneira de se manter relevante para essas pessoas. Em vez de só postar sua agenda de eventos, fotos dos seus produtos ou frases motivacionais, você pode elaborar um conteúdo informativo ou educativo que ajude a resolver os problemas do seu público-alvo. Tem gente que fala daquela regra “80-20” (80% conteúdo útil, 20% promoção pura e simples), mas aqui a gente é rebelde, rapá: regras existem para serem quebradas. Dependendo de como este conteúdo for apresentado, até a promoção do seu produto (ou serviço) pode ser interessante e útil para sua audiência.

E você nem precisa ser um super redator, não: você pode fazer apenas uma curadoria de links úteis em sites de terceiros, com uma chamadinha curta. Pode fazer vídeos curtos com seu celular mesmo. Se você tiver uma periodicidade regular, melhor ainda, porque seu público sabe que pode contar contigo. E seu cliente vai pensar “pô, esse cara me ajuda à beça, vou até comprar essa calça”. Ou “essa mulher tem uns insights interessantes, posso contratar os serviços dela para me ajudar”. Reputação é um ativo intangível maravilhoso e é possível ajudar pessoas com conteúdo útil.

Marketing de conteúdo funciona. Acredite. Não é fanfic. Eu estava lá, eu era este cliente. E em outro momento, passei a ser também a pessoa contratada. Aliás, meus serviços de produção de conteúdo estão pra jogo. Aproveita.

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O retorno da generosidade pode ser financeiro, como quando você usa o conteúdo gratuito como parte de uma estratégia de lançamento baseada na fórmula do Jeff Walker (pronto, te entreguei o ouro: compre o livro e economize milhares de reais daqueles cursos de ‘Fórmula de lançamento’), ou pode vir em forma de reputação – que num primeiro momento não paga contas, mas ao longo do tempo pode se converter em clientes e fãs. E você nem precisa ajudar diretamente seus clientes com conteúdo e produtos (embora mimar fãs seja lindo, uma forma de agradecer todo o carinho e incentivos que eles nos dão diariamente): você pode e deve, sim, fazer filantropia. Pode ajudar pessoas com necessidades, pode fazer trabalhos pro-bono, pode ajudar financeiramente instituições, liderar e divulgar campanhas de cunho social. É legal e as pessoas gostam. Generosidade vende.

Claro que fazer isso só porque é bom para a reputação é um erro. Não há reputação que sobreviva ao caô.

Você vai fazer isso porque acredita na causa, porque acredita na bondade, na filantropia, acredita que juntos podemos nos ajudar.

Mas, olha, vou te contar um segredo (que eu espero que você já saiba): seus maiores embaixadores são seus clientes internos. Se seus funcionários não recebem o suficiente para pagar o aluguel (faça você as contas e me diga se consegue viver com o salário que paga a eles), se seus fornecedores levam calote, não adianta muito doar para projeto social que sua reputação já está comprometida.

Por outro lado, sabe o que acontece com empresas inovadoras, generosas com seus funcionários, que remuneram bem e têm políticas de incentivo à diversidade, incluindo promoção, inclusão e retenção de talentos que normalmente são descartados pela entrevista com o RH?

Isso aí.

Ganham prêmios, reconhecimento… e sua assessoria de imprensa tem o que dizer. Então a mágica acontece:

via GIPHY

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Se este artigo te trouxe algum insight sobre marketing e comunicação, seja generoso e compartilhe. 🙂  

E se estiver precisando de uma forcinha no seu negócio, me chama.

Music Thinking – uma abordagem diferente

Você certamente já ouviu falar de design thinking – mas e music thinking, você conhece?

Que tal pensar como músicos?

Uma empresa na Holanda resolveu criar uma nova abordagem para trabalhar processos de inovação: o music thinking. Com a ajuda de cartões, os participantes são instigados a refletir em seus processos sobre conceitos como improviso, níveis de complexidade, repetições, colaboração – entre outros.

Bem interessante!

Quando não estou trabalhando pela sua comunicação, estou comunicando mensagens em forma de música

Parece besteira “pensar como um músico” (bem, todo mundo conhece pelo menos um músico que vive no mundo da lua, não é mesmo?), mas a verdade é que praticar um instrumento musical pode trazer foco, disciplina e melhorar o raciociocínio lógico; além do trabalho em grupo e liderança; e se apresentar em público faz maravilhas pela sua capacidade de comunicação. Não é besteira. A música, quando levada a sério, traz inúmeros benefícios. Duvida? Assista a este vídeo (tem legendas em português):

Clique aqui e veja uma demo dos cartões de Music Thinking: https://issuu.com/bis_publishers/docs/music_thinking_jam_cards

Saiba mais: http://musicthinking.com

CRIATIVO Blog Planner

“Compreender tudo o que você precisa fazer e saber para construir um blog e negócios pode ser desafiador e esmagador. Um dos grandes problemas do empreendedor criativo é conhecer e reconhecer as suas dificuldades e talentos, mas principalmente conseguir organizar o seu projeto digital.”
CRIATIVO Blog Planner

 

“Lia, você faz sites?”

Olha. Sempre sinto arrepios quando ouço essa pergunta. E sempre respondo na maior sinceridade: fiz os meus. E só faço os seus se você for, assim, MUITO amigo pessoal.

Enquanto parte de uma estratégia de comunicação, eu faço o PLANEJAMENTO do seu site, sim. Eu acompanho todo o processo de homologação do seu site, reviso para garantir que foi feito tal qual planejado. Seu site vai atender a todas as necessidades atuais e futuras da empresa. Seu site será o melhor site do mundo, porque eu praticamente DESENHO pra quem for executar. Mas não sou programadora, sempre faço questão de frisar. Então eu não faço site: eu terceirizo para outra pessoa ou equipe, de acordo com as orientações de planejamento que eu criar em parceria com você e atendendo às necessidades do seu negócio.

Entendo de html, mudo uma ou outra tag do código, corrijo muito código malfeito, aliás. Pesquiso e bato cabeça para customizar layouts que não têm customização pelo painel. Mas Css não é minha especialidade. Como também confesso que sei comprar o domínio pelo WordPress, mas se o domínio estiver registrado e tiver que configurar o DNS no seu servidor, vou apanhar muito até fazer. Faço. Mas apanho.

Por isso gosto de recomendar o trabalho de pessoas competentes que fazem isso com muito mais facilidade do que eu – e ainda sai mais em conta para você, cliente, já que a pessoa faz em meia hora o que eu preciso de seis para fazer.

A Michelle Paese configurou o domínio dos meus sites pessoais; recuperou a senha de um site corporativo; deu consultoria de WordPress pra um monte de gente; e lançou, junto com o Pedro Lopes, o CRIATIVO Blog Planner.

É um planner de conteúdo, sim, mas também é uma super ferramenta para entender o propósito do seu negócio (que está alinhado ao SEU propósito de vida), para construir seu plano de marketing, seu planejamento financeiro, plano de atendimento e muito mais. E a versão full ainda tem vários bônus – entre eles, os super úteis manuais do usuário de WordPress, de Canva e do MailChimp!

E por um preço que cabe direitinho no bolso de pequenos empreendedores que estão apanhando para ampliar suas presenças digitais.

CRIATIVO Blog Planner

Compre aqui o CRIATIVO Blog Planner

(O link acima é um link de afiliado. Sim, eu ganho uma pequena comissão em cima do produto que você comprar. Mas eu mesma já comprei o CRIATIVO Blog Planner e recomendo, porque já estou usando e porque conheço e adoro o trabalho da Michelle)

Espero que você goste do material e dos bônus que você receberá ao longo do ano.

E se precisar de alguém para desenvolver seu conteúdo, me chama.

O que postar nas redes sociais?

Se você gerencia as redes sociais da sua empresa ou se você se preocupa com seus rastros digitais e está tentando construir a sua marca, pode ser que você tenha algum bloqueio criativo de vez em quando. Quem nunca, não é mesmo?

Compilei aqui nesta imagem (clique para vê-la em tamanho decente para dar leitura) várias ideias de posts, para que você nunca fique sem conteúdo:

Não se esqueça: redes sociais são SOCIAIS, ou seja, pressupõem diálogo e troca de informações! De nada adianta esse trabalho todo se você não interagir com sua audiência, seus fãs e seguidores.

Precisa de conteúdo para seus canais de comunicação ou materiais de treinamento? Entre em contato!

Quem fica parado é poste

Se você é freelancer, consultor independente, microempresário, está começando ou está em busca de recolocação… então você sabe que são enormes as chances de só contratarem seus serviços depois do carnaval. Quem fica parado é poste: se você não teve tempo de planejar suas férias pois está no início do seu empreendimento, aproveite estes próximos dias para fazer muitos contatos e algum bom curso de atualização na sua área.

Por aqui, estou trabalhando na certificação em inbound marketing. Como já falei, quem fica parado é poste. E você? O que tem feito pela sua carreira?

Onde aprender de graça (eventualmente tendo que pagar pelo certificado):

  • http://www.open.edu/openlearn/free-courses
  • https://www.edx.org/
  • https://www.futurelearn.com/
  • https://www.coursera.org/