Redes sociais não devem te desgastar.
Trabalho com internet há mais de 25 anos. Vi a web nascer com a promessa de democratizar a informação e vi a web 2.0 explodir com a promessa de conectar o mundo inteiro. E hoje, a sensação é quase universal: um cansaço profundo das redes sociais.

A culpa não é sua. Vivemos na era da economia da atenção, onde você, ou melhor, sua atenção, é o produto. O que você vê é determinado por algoritmos que te prendem em uma bolha de conteúdo. Para piorar, o ruído aumenta com o lixo de IA, o “AI slop”, conteúdo de baixa qualidade gerado em massa.
Essas plataformas são projetadas para ativar os mesmos circuitos de recompensa do cérebro que vícios como álcool e nicotina. O resultado é um estado crônico de déficit de dopamina, que nos deixa apáticos e ansiosos, buscando alívio em mais tempo de tela.

Com uma comunicação humanizada (ainda que use todas as tecnologias digitais possíveis para aliviar o seu desgaste) e um marketing estratégico (para não desgastar quem recebe a mensagem), evitamos a fadiga do público com mais do mesmo. Em vez de criar um ambiente barulhento ou um mar de irrelevância, construímos uma presença digital que faz sentido.
Performance é legal. Eu gosto. Mas métricas de vaidade (likes, seguidores) nem sempre se traduzem nas pessoas certas recebendo a mensagem no momento em que elas precisam – ou, ainda, agindo para comprar seu produto, serviço ou projeto.

Em vez de correr atrás de performance, vamos construir algo sólido e duradouro.
Em vez de replicar o lixo de IA, vamos criar conteúdo que realmente importa.
Você tem o que dizer. Sua empresa tem uma história, sua campanha tem uma mensagem, seu projeto tem um propósito.
Sua história é valiosa. E eu estou aqui para garantir que ela seja contada da forma certa, conectada com seu público e retomando o controle sobre a atenção dele.
Vamos mudar o jogo juntos?
Vamos construir juntos uma estratégia de marketing e comunicação que realmente faça diferença para o seu projeto.
Se você quer uma comunicação que soe como gente de verdade (e não como um bot mal treinado), a gente precisa conversar.

