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Quer fazer apresentações incríveis?

Quer fazer apresentações incríveis?

Bom, então você quer apresentar seu produto, seu projeto ou fazer uma palestra. Seguir a máxima do “menos é mais” é fundamental. Imagens, gráficos e ilustrações também, mas há que se ter um equilíbrio – um bom designer pode orientar a apresentação. Mas e aí? Você está sozinho, não tem um padrão, não tem uma pista?

O Slideshare, esse grande repositório de apresentações, pode ajudar: o site publicou recentemente as estatísticas do que foi publicado em 2011: qual é a média de slides por apresentação? Que apresentações fazem mais sucesso entre os usuários do site? Como são essas apresentações? Quais são os segredos das apresentações mais populares?

Veja por você mesmo:

http://www.slideshare.net/rashmi/slideshare-zeitgeist-2011/

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Saber o que todo mundo está fazendo é bom. Não necessariamente você vai copiar ou se inspirar em trabalhos alheios, mas é sempre bom saber o que já fizeram antes, o que funciona, o que não funciona e o que pode funcionar se mudar aqui ou ali.

Nossas apresentações, depois do Slideshare Zeitgeist, agradecem.

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A indústria do audiovisual está indo pelo MESMO caminho, o que é um erro.

“The music industry is screwing themselves over with the sheer impossibility of what they are trying to do. By filing complaints against sites that host or link to copyrighted material, instead of adapting their copyright policies or collaborating with the communities on there, they are entering a never-ending fight that will only seek to damage their reputation and continually force them to give users what they want. “

Daqui: http://www.simplyzesty.com/social-media/how-the-music-industry-managed-to-screw-itself-so-spectacularly/ – via Estrombo .

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Por que a compreensão da cultura é importante nas organizações

Por Lia Amancio

Em ‘Chief Culture Officer: como a cultura pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma organização’, o pesquisador Grant McCracken propõe a tese de que o mundo empresarial está mudando e é cada vez mais necessário o domínio de cultura nas organizações.

A definição de cultura é bastante abrangente e controversa. Autores clássicos como ADORNO & HORKHEIMER definem indústria cultural como “indústria do divertimento”, o que restringe a cultura às artes e entretenimento. Atualmente, a definição da Escola de Frankfurt já está defasada (embora ainda seja uma grande referência na bibliografia da área) e a cultura já é tratada como um sistema muito mais amplo. Para GEERTZ (1978), o conceito de cultura é semiótico. GEERTZ cita Max Weber, para quem “o homem é um animal amarrado a teias de significado que ele mesmo teceu” e assume cultura como sendo “essas teias e sua análise”. BARBOSA afirma que “as medidas da cultura indicam graus e qualidades de sociabilidade, dos vínculos que pessoas e grupos estabelecem entre si e com seu contexto de vida”, o que se aproxima da definição de cultura do livro de McCracken: “ideias, atividades, emoções, hábitos, preferências, manifestações, discursos e atitudes que compõem e afetam a vida das pessoas”.

A cultura, aqui, é apontada como “elemento crucial na criação de produtos, conteúdos e relacionamentos”. O que McCracken sugere é que, da mesma maneira que empresas têm CEOs, CMOs e CIOs, empresas devem ter CCOs, ou Chief Culture Officers, e que algumas empresas já têm este profissional em seus quadros, ainda que informalmente – diferente do analista de tendências, que projeta cenários futuros independentemente de sua área de expertise, ou dos ‘cool hunters’, observadores de atualidades, o CCO deve entender cultura de uma maneira mais ampla (o que McCracken chama de ‘cultura lenta’) e estar alinhado ao ambiente dinâmico das manifestações e mudanças culturais mas, ao mesmo tempo, sempre evitando a moda, a “ideia do momento”, sob a pena da falta de consistência, do “vaivém administrativo”, de jogar dinheiro fora com modismos. Seu trabalho é observar o que acontece no momento, no mundo, em seu mercado, “separar o joio do trigo e escolher o que a empresa deve ou não usar” e traduzir para a corporação.

No livro, McCracken menciona diversos exemplos de como a observação e a tradução correta da cultura ajudou a moldar produtos e campanhas de sucesso ou, no contrário, como empresas que ignoram importantes mudanças culturais perdem o timing para importantes inovações.

Partindo desta premissa, podemos ir além da proposição de McCracken e afirmar que o conhecimento em cultura pode influenciar produtos, modelos de negócios ou até mesmo ambientes de trabalho – afinal, os funcionários de uma corporação também são influenciados pelo ambiente cultural, assim como a maneira como uma sociedade lida com mudanças econômicas ou tecnológicas pode influenciar significativamente alguns modelos de negócios.

E é aí que entra a comunicação: como seria este fluxo de informação para a empresa? Quem são os parceiros do CCO? McCracken sugere que este parceiro, dentro de uma agência de publicidade, seja o planejador – mas isso seria no universo da publicidade. Considerando a cultura como influenciador de produto, modelo de negócios ou ambiente de trabalho, a demanda do CCO e o fluxo da informação sobre cultura na empresa certamente será diferente.

 

 

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Comunicação x Marketing

A comunicação COMUNICA sobre um produto, serviço ou empresa. Um plano de comunicação tem como objetivo atingir os públicos de interesse, fazer com que a mensagem chegue a todos eles de forma adequada. Promoção é outra coisa. Campanha publicitária é marketing, é promoção de um produto ou serviço, e faz parte da grande ‘mãe’ que é a comunicação. Mas é bom entendermos que, tecnicamente, comunicação e marketing não são a mesma coisa.

Uma coisa é certa: campanha de marketing não faz milagre. Marketing envolve não apenas a promoção, mas a distribuição do seu produto, o preço e o próprio produto, que deve ser bom o suficiente para se vender por si (afinal, uma campanha incrível para um produto que não haverá segunda compra é dinheiro jogado fora). Um plano de marketing completo considera essas variáveis. Um plano de comunicação considera outras variáveis. Um plano de comunicação considera comunicar algo.

Imagine que você é uma distribuidora e precisa lançar um filme. Um plano de comunicação envolve a comunicação SOBRE o filme, envolve peças de comunicação, envolve até um pouco de marketing, sim. Já um plano de marketing envolve o seu próprio filme, o que torna um erro você procurar uma empresa de consultoria com seu filme debaixo do braço: o produto comunica, certo? O produto é parte da estratégia de marketing. Você vai chamar seu especialista em marketing com o produto pronto, finalizado? Eu não faria isso. Eu envolveria o especialista em marketing em todas as etapas do projeto desde o roteiro, preparação do projeto (afinal, você precisará vender sua ideia para levantar verba, certo?), criará estratégias de comunicação de marketing durante o processo de filmagem (os famosos teasers), gerará buzz durante a etapa de pré-produção. Gerar interesse em um produto é algo que pode tomar um tempo, especialmente um produto de nicho – achar o nicho certo e trabalhar esse público pode demandar um certo tempo, sim.

É possível, sim, a criação de uma estratégia de marketing para o produto pronto – mas, acredite, se o produto for ruim do ponto de vista do marketing, nada o salvará, nem um plano excelente. Envolver seu especialista em todas as etapas da criação pode poupar sua empresa de grandes dores de cabeça futuras.

Já tentou? Conte sua experiência pra gente, nos comentários.

 

Lounge42

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